Em novembro de 2012, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e demais entendidas enviaram uma carta para o Ministro da Saúde da ocasião, Dr. Alexandre Padilha, pedindo para que o Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovasse mudanças na Resolução 196, responsável por fixar regras para a liberação de estudos clínicos.

O Dr. Freddy Goldberg Eliaschewitz, que na ocasião já presidia a Comissão de Pesquisa Clínica da SBEM, uniu forças com diferentes sociedades para que o pedido fosse atendido e, desta forma, o Brasil se beneficiasse das contribuições que as pesquisas clínicas podem gerar ao país, contudo reclamou que o esforço foi inútil e que tudo continuava como antes ou ainda pior.

Este episódio em específico, que ocorreu há quase oito anos, gerou uma matéria intitulada “O Fim das Pesquisas Clínicas?” no site oficial da SBEM. Como podemos ver, a pesquisa clínica continua ativa e buscando contribuir para o desenvolvimento da medicina, novos tratamentos e para a qualidade de vida da população mundial, porém a discussão sobre a burocratização do processo é algo que permanece atualmente e que deve receber uma atenção especial de todas as associações relacionadas com a pesquisa clínica.

Com a pandemia do novo coronavírus, as pesquisas clínicas se tornaram pautas globais. É necessário que discutamos os processos burocráticos que podem impedir que um estudo que pode beneficiar a saúde de milhões de pessoas tenha continuidade.

O Brasil é um país repleto de potencial para se destacar internacionalmente no segmento da pesquisa clínica, tendo em vista que possuímos profissionais que são qualificadíssimos para a condução dos estudos.

Confira os estudos abertos atualmente pelo CPclin, inscreva-se e contribua para o desenvolvimento da medicina e de novos tratamentos para as pessoas acometidas pelas mais variadas enfermidades.

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