CPClin – Centro de Pesquisas Clínicas S/C Ltda

A origem do CPCLIN remonta ao tempo em que seu atual diretor clínico iniciou a atividade de pesquisa clínica no ambulatório de doenças metabólicas do Hospital Heliópolis no ano de 1992. Nesta época não havia uma regulamentação nacional específica para esta atividade e o único marco ético existente era a Declaração de Helsinki. A atividade de pesquisa clínica no Brasil era incipiente e a oportunidade de desenvolver protocolos clínicos, mesmo em um hospital de ensino era esporádica.

Com o advento da regulamentação da atividade em 1996, e a criação dos comitês de ética em pesquisa (CEPs), o Brasil começou a se inserir de modo crescente no universo da pesquisa clínica. Deste modo, em 1998 o número de projetos em andamento neste ambulatório já demandava uma estrutura de pessoal, equipamento e espaço físico que não poderia ser mantida, sem prejuízo da atividade primária assistencial do ambulatório.

Propusemos então um acordo de cooperação científica com o complexo hospitalar Heliópolis que consistia em um modelo no qual, o hospital continuaria sendo a instituição responsável pela pesquisa como fiscalizadora através de seu CEP e como retaguarda para o atendimento dos eventos adversos sérios, à custa dos patrocinadores, e a pesquisa em si seria conduzida na minha clínica particular sem nenhum ônus para o hospital. Em cada projeto uma parte do orçamento seria doada ao hospital.

Assim teve início a pesquisa na Clínica Dr. Freddy Goldberg Eliaschewitz S/C Ltda. Em 2005, a expansão da atividade de pesquisa já não permitia o compartilhamento com a atividade clínica e então, a atividade de pesquisa ganhou local e as instalações nas quais permaneceu durante 11 anos. O CPCLIN foi constituído como uma entidade jurídica a parte da clínica privada Freddy Goldberg Eliaschewitz.

O acordo de cooperação com o Hospital Heliópolis perdurou até o dia 6/9/2006 quando foi desfeito por interferência da CONEP, cuja assessoria jurídica decidiu que uma instituição pública somente poderia fazer uma parceria com uma instituição privada mediante licitação pública.

A partir desta data, o CPCLIN tornou-se uma instituição autônoma de pesquisa tendo como CEP delegado pela CONEP, o CEP da Faculdade de Medicina da Santa Casa e como hospitais de retaguarda: Hospital Sta. Isabel, Sta. Cecília e Sta. Bárbara.

Em 2008, segundo a ANVISA, o CPCLIN foi considerado o centro de pesquisas clínicas privado com o maior número de projetos do país e foi convidado a participar de um curso de capacitação em pesquisa clínica em Brasília para a própria ANVISA. Nesta ocasião, o CPCLIN acumulava uma experiência de mais de 80 projetos realizados, alguns dos quais considerados estudos fundamentais para a mudança de conduta clínica e que foram publicados em revistas importantes como o New England Journal of Medicine (2 publicações). Estes fatos somados aos resultados de 31 auditorias internacionais (de patrocinadores), uma inspeção da ANVISA e uma auditoria do FDA (Food and Drug Administration) garantiram ao CPCLIN o prestígio de centro de excelência que atualmente desfruta no Brasil e internacionalmente.


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